Categories: BusinessFeatured

AMAGGI apresenta estratégia de descarbonização durante a COP30

Com compromissos e metas socioambientais assumidos publicamente, entre eles o de combate aos desafios climáticos globais, a AMAGGI, maior empresa brasileira de grãos e fibras, participará da programação da COP30 com iniciativas que reforçam a necessidade de um sistema agrícola mais resiliente, sustentável e com foco na descarbonização do setor.

Uma das principais agendas da AMAGGI será a apresentação do seu programa de agricultura regenerativa, no dia 19 de novembro. O evento será na AgriZone, espaço coordenado pela Embrapa (Empresa Brasileira de Pesquisa Agropecuária) para iniciativas sustentáveis no agronegócio, localizado próximo às áreas oficiais de negociações da conferência, a Blue Zone e a Green Zone.

Com uma abordagem integrada, o programa Amaggi Regenera combina inovação tecnológica, parcerias com instituições e protocolos de certificação próprios. O programa promove um sistema agrícola de baixo carbono, voltado à sustentabilidade econômica, climática e social.

“A busca por soluções que viabilizem a ambição climática da empresa tem impulsionado a transformação do modelo agrícola tradicional. O objetivo é conciliar maior produtividade com a redução do uso de insumos químicos e a regeneração do solo, promovendo um sistema mais resiliente e alinhado aos desafios climáticos atuais”, explica Juliana Lopes, diretora de ESG, Comunicação e Compliance da AMAGGI.

Um estudo recente da Coalizão de Agricultura, promovido pelo Conselho Empresarial Brasileiro para o Desenvolvimento Sustentável (CEBDS) e 43 entidades e empresas, entre elas a AMAGGI, reúne 15 mecanismos concretos para viabilizar a descarbonização do setor até 2050, sendo que destas, 5 são capazes de contribuir com até 80% das reduções das emissões. Essas alavancas já são de conhecimento técnico dos produtores brasileiros e vêm sendo implementadas nas lavouras. Um exemplo é o sistema de plantio direto e de cobertura, prática adotada há anos pela AMAGGI.

“Queremos mostrar na COP30 que o agronegócio brasileiro é parte da solução climática do país e tem condições de liderar a transição para uma economia de baixo carbono sem perder em aumento de produção agrícola. Temos as tecnologias necessárias e que já são aplicadas no campo, diferentemente de outros setores, em que ainda é necessário investimento em pesquisa e inovação”, diz Juliana Lopes.

agro.mt

Recent Posts

Retração vendedora e escoamento externo sustentam cotações do arroz – MAIS SOJA

O mercado brasileiro de arroz segue operando em ritmo lento, porém com cotações sustentadas, refletindo…

10 horas ago

Com queda na agricultura, CNA prevê recuo no faturamento do agro em 2026

Foto: Gilson Abreu/AEN O faturamento da agropecuária brasileira deve atingir R$ 1,39 trilhão em 2026,…

10 horas ago

Do mar à terra: investimento do BNDES fortalece pesca artesanal e agricultura familiar em SP

Foto: Cooperpesca Artesanal O Banco Nacional de Desenvolvimento Econômico e Social (BNDES), em parceria com…

11 horas ago

Mercado de soja segue lento e com preços recuando no Brasil; Chicago e dólar caem – MAIS SOJA

O mercado brasileiro de soja teve uma semana predominantemente travada, com registro de movimentos pontuais…

11 horas ago

Preços do boi gordo devem continuar subindo no curto prazo com oferta restrita

Foto: Ministério da Agricultura e Pecuária O mercado físico do boi gordo manteve negociações acima…

11 horas ago

Mercado de trigo mantém preços firmes com liquidez limitada e cautela dos agentes – MAIS SOJA

O mercado brasileiro de trigo encerrou a semana com negociações pontuais e ritmo moderado, refletindo…

12 horas ago