Chicago: A cotação de dezembro, fechou em alta de 0,77% ou $ 3,25 cents/bushel, a $423,00. A cotação para março fechou em alta de 0,46% ou $ 2,00 cents/bushel, a $ 435,75.
O milho negociado em Chicago fechou em alta nesta quarta-feira. As cotações do cereal voltar a receber apoio da demanda. Após um robusto relatório de embarques, a produção semanal de etanol foi positiva, com aumento na produção e redução dos estoques em relação ao período anterior. Com o mercado estimando um final da colheita em pouco tempo, os Traders fizeram compras técnicas para o milho.
A Secretária de Agricultura Brooke Rollins afirmou que os escritórios da Agência de Serviços Agrícolas (FSA) reabrirão nesta quinta-feira (com dois funcionários em tempo integral por escritório) o que foi visto como um sinal positivo para o setor agrícola.
Os principais contratos de milho encerraram de forma mista nesta quarta-feira. Apenas a cotação de novembro 26 sofreu uma leve correção, as demais cotações subiram embaladas pelo dólar e a bolsa de Chicago. A revisão positiva da Anec para as exportações brasileiras reforça a percepção de uma demanda firme nos portos, dando suporte aos preços firmes no físico no interior.
Diante deste quadro, as cotações futuras fecharam em alta no dia: o vencimento de novembro/25 foi de R$ 68,53, apresentando alta de R$ 0,03 no dia e alta de R$ 1,02 na semana; o vencimento de janeiro/26 foi de R$ 71,53, com alta de R$ 0,23 no dia e alta de R$ 1,06 na semana; o contrato de março/26 fechou a R$ 73,05, com alta de R$ 0,27 no dia e alta de R$ 0,85 na semana.
O relatório semanal da Administração de Informação de Energia dos EUA (EIA) sobre etanol foi positivo hoje, elevando a produção diária de etanol de 1.074.000 para 1.112.000 barris,
acima dos 1.081.000 barris registrados no mesmo período em 2024. Também ajustou os estoques de biocombustíveis de 22.628.000 para 21.919.000 barris, abaixo dos 22.223.000 barris registrados no ano anterior.
Em relação ao Brasil, em suas estimativas semanais, a ANEC elevou sua projeção para as exportações brasileiras de milho para outubro de 6,46 para 6,57 milhões de toneladas, volume inferior aos 6,98 milhões de toneladas de setembro, mas superior aos 5,67 milhões de toneladas do mesmo mês em 2024.
Fonte: T&F Agroeconômica
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