O contrato de soja para novembro fechou em baixa de 0,70% ou $ -7,25 cents/bushel, a $1.022,25. A cotação de janeiro encerrou em baixa de 0,57% ou $ -5,75 cents/bushel, a $1.038,50. O contrato de farelo de soja para outubro fechou em baixa de 0,41% ou $ -1,10/ton curta, a $ 269,7. O contrato de óleo de soja para outubro fechou em baixa de 1,16% ou $ -0,59/libra-peso, a $ 50,38.
A soja negociada em Chicago fechou em baixa nesta quinta-feira. O mercado optou por realizar parte dos lucros obtidos nas duas sessões anteriores. A não divulgação de dois relatórios do USDA e do pacote de ajuda do governo americano para os agricultores colaboraram para a baixa do dia.
As cotações da soja ganharam um folego desde a menção de uma ajuda do governo dos EUA para os agricultores, que não venderam nenhum grão de soja da nova safra para a China nesta temporada. “Acho que a percepção é de que os agricultores terão que vender alguma produção aqui para levantar algum dinheiro, e estamos começando a levar isso em conta um pouco”, disse Jack Scoville, analista do Price Group. A Secretária de Agricultura, Brooke Rollins, confirmou que um “programa significativo” será implementado, mas sem data.
Sem a baliza oficial dos relatórios semanais de vendas para exportação e mensal de oferta e demanda, o mercado optou por uma postura mais conservadora nesta quinta.
A soja está sendo negociada em leve queda no pregão diário de Chicago, após alta nos dois pregões anteriores. A falta de notícias sobre a ajuda prometida pela Casa Branca aos agricultores afetados pela crise tarifária gerada pelo governo Trump, o andamento da colheita nos EUA e a completa ausência de compras chinesas do grão novo são os principais fatores que pressionam o mercado.
O novo relatório mensal com as estimativas agrícolas do USDA estava previsto para ser publicado hoje, mas não ocorrerá devido à paralisação do governo americano. Na ausência de números oficiais, as previsões oferecidas por fontes privadas tornam-se relevantes. Nesse sentido, o volume médio da colheita nos EUA foi estimado em 116,24 milhões de toneladas e a produtividade foi de 3.578 kg/hectare, abaixo dos 117,05 milhões de toneladas e 3.598 kg projetados pelo USDA em setembro.
O relatório semanal sobre as exportações dos EUA também não será publicado hoje. Nesse sentido, a variação estimada pelos traders para as vendas de soja no período de 26 de setembro a 2 de outubro ficou entre 600.000 e 1.600.000 toneladas.
Da China, o governo manteve sua previsão para o volume de importação de soja para a safra 2025/2026 em 114,15 milhões de toneladas, superior aos 112 milhões de toneladas projetados em setembro pelo USDA.
Em seu relatório mensal de estimativas agrícolas, a Bolsa de Valores de Rosário (BCR) manteve ontem inalterados seus números preliminares para a safra 2025/2026 de soja na Argentina, com o plantio planejado para 16,4 milhões de hectares, uma redução de 7% em relação ao ano anterior e um volume de produção de 47 milhões de toneladas em condições climáticas normais. “O plantio da soja começa em uma semana, desta vez sem restrições hídricas”, comentou a agência. “Nos últimos anos, temos apontado neste momento a necessidade de chuva para iniciar o plantio. Hoje, porém, o setor está preocupado em como cumprir os cronogramas de plantio em meio a tempestades muito fortes que se tornaram semanais, enquanto continua a preparar os campos. Este ano, houve um aumento nos investimentos, especialmente em tecnologia de sementes”, afirmou a agência.
Fonte: T&F Agroeconômica
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