Depois do período de ar frio, o tempo quente começa a se intensificar gradualmente, especialmente no Centro-Oeste, em estados como Mato Grosso, Mato Grosso do Sul e no interior do Matopiba. Até a segunda quinzena de setembro, o calor ‘dá as caras’ e as máximas podem atingir entre 39°C e 42°C, exigindo cautela dos produtores de soja nos preparativos para a próxima safra.
O calor deve se manter entre os dias 15 e 20, enquanto as chuvas seguem irregulares, sem volumes suficientes para reduzir o déficit hídrico. No interior de São Paulo, as precipitações nos próximos dias serão fracas, insuficientes para alterar a situação.
Entre 31 de agosto e 4 de setembro, a faixa oeste de Mato Grosso e Mato Grosso do Sul deve registrar chuvas leves, ainda sem volumes expressivos. Já de 5 a 9 de setembro, pancadas de 5 a 20 mm começam a se intensificar. Para reverter efetivamente o déficit hídrico, seriam necessários volumes entre 50 mm e 70 mm, estimados apenas para o final de setembro e início de outubro.
Com a chegada de chuvas mais regulares a partir de outubro, a tendência é de que a safra tenha condições favoráveis, reforçando a importância do monitoramento contínuo do clima e da execução cuidadosa dos preparativos pelos produtores.
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