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Corpo de Bombeiros extingue três incêndios florestais e combate 16 nesta segunda-feira (18)

Em caso de indícios de incêndio florestal, a população deve denunciar imediatamente pelos números 193 ou 190

O Corpo de Bombeiros Militar de Mato Grosso (CBMMT) extinguiu  três  incêndios florestais e controlou outros 11 focos ativos nas últimas 24 horas. As equipes continuam, nesta segunda-feira (18.8), atuando diretamente no combate a 16 incêndios florestais em diversas regiões do estado.

Os incêndios florestais extintos estavam localizados nos municípios  de Nova Maringá, Santa Terezinha e Santa Cruz do Xingu.

Já os focos ativos controlados, que não apresentam mais risco imediato de propagação, pois as chamas estão contidas dentro de um perímetro seguro, estão localizados  nos municípios de Nova Ubiratã, Vila Bela da Santíssima Trindade, Nova Brasilândia, Cláudia, Pontes e Lacerda, Novo Mundo, além de dois focos em Guarantã do Norte e outros três em  Paranatinga.

Além disso, os bombeiros seguem combatendo incêndios florestais nos municípios de Planalto da Serra, Cocalinho, Paranatinga, Nova Maringá, Nova Brasilândia, Cláudia e Nossa Senhora do Livramento.

Já nesta segunda-feira, as equipes iniciaram o combate em uma nova ocorrência em Nova Brasilândia, Nova Mutum, Nova Ubiratã, Peixoto de Azevedo, Primavera do Leste, Nova Xavantina, Santa Terezinha, além de dois incêndios florestais em Chapada dos Guimarães.

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Em todos os locais, as ações contam com as equipes em campo, além do reforço de máquinas pesadas, caminhões-pipa e o uso de uma aeronave que auxiliam diretamente no combate às chamas. As equipes atuam de forma ininterrupta, com foco na contenção dos incêndios e na preservação de vidas, propriedades rurais e do meio ambiente.

Monitoramento

O Corpo de Bombeiros Militar também realiza o monitoramento de 66 focos de calor ativos em todo o estado, incluindo os que estão em combate e controlados.  Desse total, 32 são incêndios florestais, sendo 12 em terras indígenas. Outros 34 focos restantes correspondem a queimadas irregulares.

As ocorrências em terras indígenas incluem:  um  foco na Terra Indígena Marechal Rondon em Paranatinga;  um foco na Terra Indígena Sangradouro/Volta Grande em Poxoréu, um foco na Terra Indígena  Parque Indigena do Xingu em Gaúcha do Norte; um foco na Terra Indígena  Ubawawe em Santo Antônio do Leste; um foco na Terra Indígena Areões em Nova Nazaré; um foco na Terra Indígena  Capoto/Jarina em Peixoto de Azevedo; dois focos  na Terra Indígena Maraiwatsede em Alto Boa Vista; dois focos na Terra Indígena  Parabubure em Campinápolis e dois focos na Terra Indígena Nambikwara em Comodoro.

No caso de áreas indígenas, o combate deve ser feito por órgãos do Governo Federal, já que o Estado não possui autorização para atuar. Até o momento, o Corpo de Bombeiros Militar não foi acionado.

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Fiscalização – Operação Infravermelho

Os outros 34 focos de calor decorrentes do uso irregular do fogo estão sendo fiscalizados no âmbito da Operação Infravermelho, cujo monitoramento é realizado a partir da Sala de Situação Central, instalada no Batalhão de Emergências Ambientais (BEA), em Cuiabá.

Com apoio de imagens de satélite e outras tecnologias, a operação tem como objetivo identificar de forma antecipada áreas com risco de incêndio florestal ou onde o fogo já tenha sido iniciado de maneira ilegal, atuando tanto na prevenção quanto na responsabilização dos infratores.

Incêndios extintos

Desde o início do período proibitivo de uso do fogo em Mato Grosso, o Corpo de Bombeiros já combateu 114 ocorrências de incêndios florestais e queimadas irregulares em 104 municípios.

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Os municípios são: Acorizal, Água Boa, Alta Floresta, Alto Araguaia, Alto Boa Vista, Alto Paraguai, Alto Taquari,  Apiacás, Araguaiana, Aripuanã, Barra do Bugres,  Barra do Garças, Barão de Melgaço, Bom Jesus do Araguaia,  Cáceres, Campinápolis, Campo Verde, Canabrava do Norte, Canarana, Chapada dos Guimarães, Cláudia, Cocalinho, Colíder, Colniza, Comodoro, Confresa, Conquista D’Oeste, Cotriguaçu, Cuiabá,  Denise, Diamantino, Feliz Natal, Figueirópolis do Oeste,  Gaúcha do Norte, General Carneiro,  Guarantã do Norte, Guiratinga, Ipiranga do Norte, Itanhangá, Itaúba, Jaciara,  Jauru, Juara,  Juscimeira,  Juína, Lucas do Rio Verde, Luciara, Marcelândia, Matupá, Nossa Senhora do Livramento, Nova Bandeirantes, Nova Brasilândia, Nova Canaã do Norte, Nova Guarita, Nova Lacerda, Nova Marilândia, Nova Maringá, Nova Monte Verde, Nova Mutum, Nova Nazaré, Nova Santa Helena, Nova Ubiratã, Nova Xavantina, Novo Mundo, Novo Santo Antônio, Novo São Joaquim, Paranatinga, Paranaíta, Peixoto de Azevedo, Poconé, Pontes e Lacerda, Porto Alegre do Norte,  Porto Esperidião, Poxoréu, Primavera do Leste, Querência, Ribeirão Cascalheira, Rondolândia, Rondonópolis, Rosário Oeste, Santa Carmem, Santa Cruz do Xingu, Santa Rita do Trivelato, Santa Terezinha, Santo Afonso, Santo Antônio de Leverger, Santo Antônio do Leste, São Félix do Araguaia, São José do Povo, São José do Rio Claro, São José do Xingu, Sapezal, Serra Nova Dourada, Sinop, Sorriso, Tabaporã, Tapurah, Terra Nova do Norte, Tesouro, Torixoréu, União do Sul, Várzea Grande, Vila Bela da Santíssima Trindade e  Vila Rica.

Focos de calor

Em Mato Grosso, foram registrados 22 focos de calor nas últimas 24 horas, conforme última checagem às 17h, no Programa BDQueimadas do Instituto Nacional de Pesquisas Espaciais (Inpe). Desses, 8  estão na Amazônia e 14 no Cerrado. Os dados são do Satélite de Referência (Aqua Tarde).

É importante destacar que um foco de calor isolado não caracteriza, por si só, um incêndio florestal. No entanto, um incêndio florestal geralmente envolve o acúmulo de diversos focos de calor em uma mesma área.

Proibição do uso do fogo

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O CBMMT reforça o alerta à população sobre a proibição do uso de fogo para limpeza e manejo de áreas rurais em Mato Grosso. De 1º de junho até 31 de dezembro está proibido o uso do fogo no Pantanal. Nas regiões da Amazônia e do Cerrado, o período proibitivo teve início em 1º de julho e vai até 30 de novembro.

Já nas áreas urbanas, o uso do fogo é proibido durante todo o ano. Em caso de qualquer indício de incêndio florestal no bioma, a orientação é que a denúncia seja feita imediatamente pelos números 193 ou 190.

agro.mt

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