Chicago: A cotação de setembro, referência para a nossa safrinha, fechou em alta de 2,33% ou US$ 8,75 cents/bushel, a US$ 383,75. A cotação para dezembro fechou em alta de 2,08% ou US$ 8,00 cents/bushel, a US$ 405,50.
O milho negociado em Chicago fechou o dia em alta e a semana perto da estabilidade. As cotações do cereal conseguiram uma boa recuperação nesta sexta-feira, depois do susto causado pelo relatório de oferta e demanda do USDA, divulgado na terça-feira. A ampliação da safra e de área cultivada foi acompanhado de um acréscimo nos dados para consumo interno e exportação. Os dados de produção de etanol na quarta e de exportação desta quinta deram a esperança de que a demanda possa suprir parte da produção extra.
No entanto, as cotações do milho permanecem perto dos menores patamares da temporada. Com isso o milho fechou o acumulado da semana em alta de 0,26% ou $ 1,00 cents/bushel.
No entanto o resultado da semana foi negativo, com um aumento de safra pela Conab, queda do dólar e pressão da concorrência internacional. A queda na semana de -0,67% ou 0,44 centavos foi próxima da queda de -0,55% ou -0,35 centavos do mercado físico segundo a média Cepea. Os preços no mercado físico estão oscilando em uma pequena faixa, sustentado pelo preço de paridade de exportação, que ainda está elevado nos portos devido os prêmios.
Diante deste quadro, as cotações futuras fecharam com variações mistas no dia: o vencimento de setembro/25 foi de R$ 64,75, apresentando alta de R$ 0,24 no dia e baixa de R$ 0,44 na semana; o vencimento de novembro/25 foi de R$ 67,43, com alta de R$ 0,62 no dia e baixa de R$ 0,20 na semana; o contrato de janeiro/26 fechou a R$ 70,57, com alta de R$ 0,48 no dia e alta de R$ 0,35 na semana.
Fonte: T&F Agroeconômica
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