Diante dos volumes da terceira safra, a oferta de feijão segue alta, sobretudo nas regiões de Goiás e de Minas Gerais. É isso o que apontam os levantamentos do Centro de Estudos Avançados em Economia Aplicada (Cepea).
Segundo pesquisadores do Cepea, mesmo com a maior disponibilidade, o ritmo de comercialização se manteve lento, com empacotadores realizando reposições graduais.
Quanto aos preços, recuaram na maioria das regiões monitoradas pelo Cepea, pressionados pela seletividade dos compradores e pela preferência por lotes de melhor qualidade.
Segundo dados da Secex, no acumulado dos últimos 12 meses, as exportações brasileiras de feijão totalizaram 438,69 mil toneladas.
Somente em julho, foram 83,44 mil toneladas escoadas pelo Brasil. Já as importações de feijão somaram apenas 16,5 mil toneladas em 12 meses.
*Sob supervisão de Luis Roberto Toledo
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