Chicago: A cotação de setembro, referência para a nossa safrinha, fechou em baixa de – 0,55% ou US$ -1,38 cents/bushel, a US$ 382,38. A cotação para dezembro, fechou em baixa de -0,40% ou US$ -1,25 cents/bushel, a US$ 405,38.
O milho negociado em Chicago fechou o dia e a semana em baixa. No meio da semana as cotações do cereal atingiram o menor patamar desde 2020. O robusto relatório de vendas para exportação desta quinta-feira deu algum suporte, mas não o suficiente para recuperar o saldo semanal. O mercado está prevendo que o USDA altere para cima nesta próxima semana os rendimentos e volume colhido na temporada 25/26 nos EUA. O clima segue corrobora esta ideia, visto que o Monitor da Seca reduziu de 5% para 3% as terras que sofrem algum grau de seca nos EUA.
O Brasil começou a fazer uma grande frente no comercio internacional, com a maior disponibilidade do milho safrinha e melhor no ritmo de embarques para exportação, com uma demanda chinesa aquecida e não habitual para a época do ano. Com isso o milho fechou o acumulado da semana em baixa de -1,73% ou $ -6,75 cents/bushel.
O mercado físico passou por leve correção na semana, de -0,16%, apesar dos preços mais elevados vistos no meio da semana. Se por um lado a colheita está na reta final e geral uma grande disponibilidade, o programa de exportação brasileiro está ganhado tração, com compradores como a China buscando cada vez mais os portos brasileiros, mantendo os prêmios e os preços no interior firmes.
Diante deste quadro, as cotações futuras fecharam em baixa no dia: o vencimento de setembro/25 foi de R$ 65,19, apresentando queda de R$ 0,64 no dia e baixa de R$ 1,86 na semana; o vencimento de novembro/25 foi de R$ 67,63, com baixa de R$ 0,32 no dia e queda de R$ 1,61 na semana; o contrato de janeiro/26 fechou a R$ 70,22, com baixa de R$ 0,25 no dia e recuo de R$ 2,48 na semana.
Fonte: T&F Agroeconômica
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