Chicago: A cotação de setembro, referência para a nossa safrinha, fechou em alta de 0,82% ou $ 3,25 cents/bushel a $ 401,75. A cotação para dezembro, referência alternativa, fechou em alta de 0,84% ou $ 3,25 cents/bushel a $ 420,75.
O milho negociado em Chicago fechou o dia e a semana em baixa. Com uma grande safra a caminho, clima favorável e tensões comerciais as cotações do cereal fecharam o acumulado da semana em baixa. A cotação de setembro ficou operou pelo menos 3 dias da semana abaixo dos US$ 4 bushel. Há uma frustração dos traders com os termos de um novo acordo comercial com o Japão, que ficou abaixo das expectativas em relação ao setor agrícola.
Além disso, não houve avanços significativos com outros potenciais compradores da safra americana. A tensão comercial também se estende ao Canadá. O ex-presidente Donald Trump afirmou que os Estados Unidos podem aplicar tarifas unilaterais ao país, sem buscar negociação. Isso preocupa o setor, já que o Canadá é o principal comprador de etanol dos EUA, além de outros produtos agrícolas.
Com isso tudo somado, o mercado nesta sexta-feira, assim como em outros dias da semana, ignorou grandes compras avulsas de milho. No momento, a única coisa que impede uma queda mais abrupta do cereal é a demanda. Com isso o milho fechou o acumulado da semana em baixa de -2,20% ou $ -9,00 cents/bushel.
0,55%.
O atraso na colheita está mantendo uma linha de suporte para os preços no Brasil, apesar da queda semanal de dois importantes formadores de preços, como o dólar (-0,47%) e Chicago (-2,20%).
Diante deste quadro, as cotações futuras fecharam em baixa no dia: o vencimento de setembro/25 foi de R$ 65,64, apresentando baixa de R$ 0,14 no dia e alta de R$ 0,16 na semana; o vencimento de novembro/25 foi de R$ 68,58, apresentando baixa de R$ 0,20 no dia e alta de R$ 0,33 na semana; o vencimento de janeiro/26 foi de R$ 72,12, apresentando baixa de R$ 0,23 no dia e alta de R$ 0,15 na semana.
Fonte: T&F Agroeconômica
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