Depois de dias gelados e muito, muito frio, uma novidade no campo: a quarta e mais intensa onda de frio do ano chegou ao fim. Com isso, o Brasil entra em um novo capítulo climático e a previsão do tempo não aponta novas massas polares capazes de derrubar as temperaturas nos próximos dias. Pelo contrário, as temperaturas mínimas e máximas devem começar a subir gradualmente.
Mas enquanto o frio dá uma trégua, outro alerta permanece aceso: a seca. O Brasil Central segue com tempo seco, sem nenhuma perspectiva de chuva nos próximos 30 dias. Estados como Mato Grosso, Mato Grosso do Sul e Paraná devem atravessar julho e agosto praticamente sem precipitações, o que acende o sinal de alerta para o planejamento da safra de soja de verão 2025/2026.
A situação hídrica preocupa. Agosto, que já é um mês historicamente seco, não traz surpresas positivas. E com El Niño e La Niña fora de cena, o clima segue neutro, com baixa previsibilidade. A esperança começa a surgir em setembro, quando alguns modelos indicam a volta tímida das chuvas, mas nada que resolva de imediato o déficit acumulado.
Por fim, as estimativas apontam até 75 mm de chuva em setembro, o que é pouco para reverter a seca. Para os produtores, a orientação é clara: é preciso cautela. A recuperação só começa de verdade em outubro, quando os volumes passam dos 150 mm em regiões como o Paraná, sinalizando o despertar das chuvas de verão. Ainda assim, o retorno da umidade será gradual, e só deve se consolidar com chuvas diárias de pelo menos 20 mm.
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