Os custos com insumos do milho da safra 25/26 em Mato Grosso ficaram, em média, em R$ 2.922,01/ha, alta de 2,85% frente ao ano anterior. O avanço foi motivado pela valorização dos gastos com sementes (1,09%) e, pelo aumento nos macronutrientes, que subiram 10,12% no comparativo anual, alcançando R$ 1.289,31/hectare. Diante desse cenário e da necessidade de aquisições de insumos, a relação de troca (RT) torna-se ainda mais relevante para a tomada de decisão. Nesse contexto, para adquirir uma tonelada de ureia e uma de MAP, o produtor precisa entregar, respectivamente, 76,66 e 102,79 sacas de milho.
Ao comparar com o mesmo período de 2024, a relação de troca da ureia apresentou alta de 13,62%, enquanto a MAP recuou 3,39%, movimento considerado favorável ao produtor. Por fim, é essencial que o produtor aproveite às oportunidades do mercado neste início de safra, período em que se concentra a aquisição da maior parte de seus insumos, com o objetivo de minimizar riscos e otimizar os custos produtivos.
A informação é do IMEA (Instituto Mato-grossense de Economia Agropecuária).
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