O mercado brasileiro de soja teve uma quarta-feira (25) de pouca movimentação. Segundo o consultor da Safras & Mercado, Rafael Silveira, o cenário foi marcado por quedas no porto, enquanto o interior registrou certa firmeza, com o produtor segurando a oferta e negociando apenas em condições mais favoráveis.
“Apesar da alta dos prêmios e do dólar, a queda em Chicago impediu que os preços reagissem nos portos”, afirmou Silveira. Já nas praças do interior, o mercado descolou da paridade de exportação, com a indústria elevando as ofertas diante da retenção por parte dos produtores.
Na Bolsa de Mercadorias de Chicago (CBOT), os contratos futuros da soja fecharam em baixa. O movimento refletiu a trégua entre Israel e Irã, que reduziu temores de interrupção no fornecimento de petróleo, esfriando as expectativas em torno da demanda por biocombustíveis. A previsão de chuvas favoráveis às lavouras dos Estados Unidos também pressionou as cotações.
O contrato para agosto caiu 20,75 centavos (1,97%) e fechou a US$ 10,29 1/2 por bushel. Já o contrato de novembro recuou 18,50 centavos (1,78%), encerrando a US$ 10,37 por bushel.
Entre os subprodutos, o farelo para dezembro caiu US$ 4,6 (1,55%), a US$ 290,70 por tonelada. O óleo para dezembro teve baixa de 0,29 centavo (0,55%), a 52,32 centavos de dólar por libra-peso.
O dólar comercial fechou em alta de 0,69%, cotado a R$ 5,5574 na venda e R$ 5,5554 na compra. Ao longo do dia, a moeda norte-americana oscilou entre R$ 5,5105 e R$ 5,5745.
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