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. . . . . . . . . . . . . . . 22 de May de 2025

Sustentabilidade

Previsão do tempo de 21/mai a 05/jun de 2025 para a Metade Sul do RS – MAIS SOJA

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Quarta (21/05), quinta (22/05) e sexta (23/05): Tempo seco em todas as regiões do RS. A massa de ar seco e frio manterá as temperaturas mais baixas nos próximos dias.

Sábado (24/05) e domingo (25/05): Áreas de instabilidade avançam sobre o RS, levando chuva, principalmente sobre a Metade Sul.

Segunda (26/05): A chuva deverá se concentrar na Metade Norte. As áreas do Sul terão bastante nebulosidade, mas sem chuva.

Terça (27/05): Uma frente fria avançará sobre todo o RS, levando chuva para todas as regiões. Os acumulados deverão variar de 10 a 50 mm.

Logo em seguida, uma massa de ar seco e frio chega ao Estado, baixando as temperaturas e garantindo maior sequência de dias secos.

Fonte: Irga



 

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Sustentabilidade

Milho fecha em forte alta em Chicago, seguindo dólar fraco e demanda para etanol nos EUA – MAIS SOJA

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A Bolsa de Mercadorias de Chicago (CBOT) para o milho fechou a sessão de hoje com alta nos preços. O mercado buscou suporte na boa demanda de milho voltada a produção de etanol, assim como na fraqueza do dólar frente a outras moedas, o que elevou a competitividade das commodities estadunidenses no cenário internacional.

A produção de etanol de milho dos Estados Unidos cresceu 4,3% na semana encerrada em 16 de maio, atingindo 1,036 milhão de barris diários (*), ante 993 mil barris na semana anterior (14), segundo dados da AIE (Administração de Informação de Energia).

Já os estoques de etanol dos Estados Unidos passaram de 25,4 milhões de barris para 24,9 milhões no mesmo período comparativo, queda de 1,96%. O país exportou 94 mil barris de etanol nessa última semana, ante 114 mil na semana anterior, queda de 17%. (*) Cada barril equivale a 159 litros.

Na sessão, os contratos com entrega em julho de 2025 fecharam com alta de 6,50 centavos, ou 1,43%, cotados a US$ 4,61 por bushel. Os contratos com entrega em dezembro de 2025 fecharam com avanço de 7,00 centavos, ou 1,56%, cotados a US$ 4,55 1/2 por bushel.

 

Autor/Fonte: Pedro Diniz Carneiro – [email protected] (Safras News) 


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Jaguatirica resgatada em queimadas em MT não consegue ser reabilitada na natureza e é transferida para Zoológico de SP | MT

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Uma jaguatirica fêmea resgatada durante queimadas em Mato Grosso será a mais nova moradora do Zoológico de São Paulo. O felino estava sob os cuidados da Secretaria Estadual de Meio Ambiente (Sema-MT) e foi transferido de avião para a capital paulista nessa terça-feira (20).

A mudança é resultado de uma parceria entre a Sema e a Associação de Zoológicos e Aquários do Brasil (AZAB). Resgatada em 2024, a jaguatirica mato-grossense não apresenta condições de reabilitação para retorno à natureza. Agora, o animal passará a integrar um programa de conservação fora do habitat natural, com foco na preservação da espécie, pesquisas científicas e manutenção da diversidade genética sob cuidados humanos.

O transporte do animal foi feito gratuitamento por meio do Programa Avião Solidário, da companhia aérea Latam.

Conhecida cientificamente como Leopardus pardalis, a jaguatirica é um felino de porte médio, de pelagem amarelada com manchas pretas, hábito solitário e noturno. Seu habitat natural inclui florestas tropicais, savanas e áreas de caatinga.

Apesar de classificada como “preocupação menor” na lista de espécies ameaçadas da World Animal Protection, a jaguatirica enfrenta riscos crescentes devido à perda de habitat, caça ilegal e atropelamentos em rodovias. A fragmentação de seus territórios e o avanço da urbanização colocam populações regionais em situação de vulnerabilidade.

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Sustentabilidade

Marco Legal para o Licenciamento Ambiental deve melhorar competitividade do algodão brasileiro – MAIS SOJA

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Depois de 21 anos tramitando no Congresso Nacional, a nova Lei do Licenciamento Ambiental (PL2159/2021) voltou a ser discutida no Senado. Na última terça-feira (20/05), a proposta do Marco Legal para o Licenciamento Ambiental, foi aprovada na Comissão de Meio-Ambiente (CMA) e na Comissão de Agricultura e Reforma Agrária (CRA). Segundo o relatório feito pela Senadora Tereza Cristina (PP-MS) em conjunto com o Senador Confúcio Moura (MDB-RO), a lei não fragiliza o licenciamento e nem revoga nenhuma punição por crimes ambientais, apenas irá padronizar o processo a nível nacional. No Brasil, existem mais de 27 mil normas de meio-ambiente, neste cenário a centralização regulatória se faz necessária para atrair investimentos para o interior do país.

Atualmente, a autorização ocorre de acordo com leis municipais, estaduais e resoluções do CONAMA, o que torna os processos longos e complicados, além de criar impedimentos arbitrários para o desenvolvimento do setor agrícola brasileiro. Com processos que duram aproximadamente 10 anos para a liberação de licenças, a legislação vigente não impede apenas a construção de obras simples, mas acaba também causando problemas estruturais mais complexos, como a construção de hidroelétricas para o fornecimento de energia nas áreas mais isoladas do país, desestimulando os investidores nacionais e estrangeiros.

Impactos no agro e na infraestrutura

No total, são 5.063 obras, entre rodovias, ferrovias, hidrovias, linhas de transmissão, gasodutos e dutos de fibras ópticas, que estão paradas por problemas relacionados ao licenciamento ambiental. A competitividade brasileira no mercado internacional também é afetada, o impedimento legal para obras de infraestrutura que possam facilitar o escoamento das safras através de rodovias, ferrovias e portos, prejudica a exportação dos produtos nacionais.

A expectativa é que o Marco Legal para o Licenciamento Ambiental, traga maior transparência e previsibilidade para os investimentos no campo e segurança jurídica ao produtor rural principalmente no que tange a necessidade de exigência ambiental para atividade agropecuária de baixo ou médio impacto.

Cotonicultura pode ganhar impulso com a nova lei

Em carta aberta, a Frente Parlamentar da Agricultura (FPA) e outras 89 entidades do setor do agropecuário, incluindo a Abrapa, manifestaram total apoio ao relatório apresentado pela Senadora Tereza Cristina, citando que “além das diretrizes gerais, é necessário um reordenamento administrativo que estabeleça uma distribuição mais equilibrada das responsabilidades e prazos entre os setores públicos e privados”.

Fonte: Abrapa



 

FONTE

Autor:ABRAPA

Site: Abrapa


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Agro MT