Levantamento do Secovi-MT aponta que a média por transação chegou a R$ 528 mil; mercado movimentou R$ 1,83 bilhão em três meses
Viver em Cuiabá ficou mais caro para quem busca comprar um imóvel, considerando o valor médio das negociações. No terceiro trimestre de 2026, a média chegou a R$ 528.378, contra R$ 384.684 no mesmo período de 2025 — aumento de 37,35%, segundo levantamento do Sindicato da Habitação de Mato Grosso (Secovi-MT).
Os dados, obtidos a partir dos registros do Imposto sobre Transmissão de Bens Imóveis (ITBI), mostram que o mercado movimentou R$ 1,83 bilhão entre julho e setembro. O resultado representa crescimento de 25,5% em relação ao terceiro trimestre do ano passado.
Apesar do avanço financeiro, a quantidade de imóveis negociados caiu 8,63%, passando de 3.800 para 3.472. Ou seja, houve menos vendas, mas com valor médio maior.
A região Sul registrou a maior alta na média das transações: 65,64%, chegando a R$ 420.483. Já a região Leste apresentou o maior valor médio da capital, de R$ 651.421 por negociação.
A alta de 37,35% não significa que todos os imóveis ficaram mais caros nessa proporção. A média também varia conforme o tamanho, a localização e o padrão das propriedades vendidas, e o levantamento não mede o custo de vida geral da cidade.
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