Ilde Taques (PODE) disse que colaborou com investigadores, e Alex Rodrigues (PODE) afirmou que esteve no lugar e na hora errada por implicação em caso
O vereador por Cuiabá Ilde Taques (PODE), presidente eleito da Câmara, negou participação no esquema investigado pelo Grupo de Atuação Especial Contra o Crime Organizado (Gaeco) de crimes administrativos.
Ele disse em nota que colaborou as atividades policiais e que não teria sido encontrado nenhum indício de crime contra si nas diligências que os investigadores tomaram até o momento.
Ilde é alvo da Operação Cathedra Venalis deflagrada nesta terça-feira pelo Gaeco, braço policial do Ministério Público (MPMT). Ele é investigado por suposta participação em um esquema que de compra de votos para Mesa Diretora.
Ilde foi eleito presidente da Câmara de Cuiabá no dia 6 de outubro com votação unânime dos 27 vereadores. O mandato dele começa em 2027 e vai até o fim de 2028.
O vereador Alex Rodrigues (PODE) também é alvo da operação. Ele disse ter participado de um almoço entre vereadores de Várzea Grande a convite de Miguel Junior (Cidadania), outro alvo do Gaeco. Alex disse que esteve no “lugar errado e na hora errada”.
As informações preliminares divulgadas pelo Gaeco envolvem 13 vereadores da Câmara de Várzea Grande, com o presidente Wanderley Cerqueira (MDB) no centro das suspeitas. Diretores financeiros e secretários legislativos de Várzea Grande também são investigados.
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