Deputado estadual, que trocou o grupo do governador Otaviano Pivetta pelo do senador Wellington Fagundes, disse que a campanha foi “constrangedora”
O deputado estadual Júlio Campos (União Brasil) disse que o senador Wellington Fagundes (PL) apostou as fichas na campanha eleitoral ao governo de Mato Grosso na figura do ex-presidente Jair Bolsonaro e não foi para rua atrás de votos.
“O [governador Otaviano] Pivetta (Republicanos) atrasou o início da campanha, mas, quando entrou, entrou para valer. [Por outro lado,] Wellington ficou parado esperando o 22 de Bolsonaro, que funcionou para o [José] Medeiros e não funcionou para ele”, disse.
O deputado Júlio Campos apoiou, junto com o seu irmão, senador Jayme Campos (União Brasil), a candidatura de Wellington Fagundes ao governo. Ele disse esta semana que a campanha do senador foi “constrangedora”. Iniciou com boa margem de distância nas pesquisas de intenção, mas chegou à reta final sem força para a vitória.
“No início estava uma disputa bastante consolidada, com Wellington em primeiro lugar. Até 15 dias antes, as pesquisas colocavam Wellington em primeiro, mas ele não colocou a campanha na rua”, disse.
A parte da frustração também teria vindo das declarações de apoio de membros da família Bolsonaro a Otaviano Pivetta. No dia da votação, o ex-deputado federal Eduardo Bolsonaro declarou apoio a Pivetta.
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