UPL avança em ranking do INPI com depósitos de ativos de propriedade industrial

Indicadores colocam a empresa entre os principais depositantes não residentes do Brasil

A UPL Brasil conquistou posições de destaque no ranking brasileiro de depositantes de ativos de propriedade industrial, segundo o levantamento divulgado pelo Instituto Nacional da Propriedade Industrial (INPI), referente a 2025. A companhia ocupou a 11ª posição na lista de solicitações de registro de marcas e, pela primeira vez, passou a integrar o ranking de pedidos de patentes, figurando entre as empresas não residentes que mais investem em inovação no país.

O levantamento do INPI reuniu os usuários do sistema de patentes e atores do ecossistema nacional de inovação que mais geraram resultados passíveis de alguma proteção intelectual – sobretudo aqueles que apoiam e investem neste mecanismo importante, capaz de transformar o conhecimento científico em solução tecnológica aplicável.

Para Cristiano Figueiredo, CEO da UPL Brasil, “a presença da UPL entre os principais depositantes não residentes de patentes e marcas no país reflete a nossa visão em gerar inovação de ponta para a agricultura do país. Especialmente porque a propriedade intelectual é uma infraestrutura de valor importante – como em soluções patenteadas que facilitam a autenticidade, reduzem risco de confusão do cliente, indicam a origem do produto e garantem a diferenciação ou a promessa de posicionamento único”.

No “ranking de depositantes não residentes de patentes de invenção”, inúmeras patentes depositadas referem-se às soluções lançadas na última safra. Já no “ranking de depositantes não residentes de marcas”, a companhia apresentou 83 novos pedidos de registro – e avançou três posições em relação ao ano passado – o que reforça sua estratégia de marca e de ampliação de portfólio.

“Os resultados do levantamento retratam a nossa determinação crescente em desenvolver a pesquisa científica e tecnologia. Neste contexto, contamos com a propriedade intelectual como ferramenta central capaz de proteger o investimento, disseminar o conhecimento, apoiar o reconhecimento de inventores e invenções, além de fortalecer a competitividade – na indústria ou para toda a cadeia produtiva”, explica Ronaldo Bueno Rodrigues, diretor de pesquisa, desenvolvimento e inovação da UPL Brasil.

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