Em apoio ao Junho Verde, mês dedicado a intensificar as ações de conscientização e preservação ambiental no país, a Valtra, marca reconhecida por sua inovação e por soluções voltadas ao produtor rural, destaca o desenvolvimento de inovações voltadas para a descarbonização e eficiência do setor agrícola. As iniciativas da empresa concentram-se no uso de combustíveis renováveis e na aplicação da tecnologia de precisão para promover o uso racional dos recursos naturais.
“O aumento nos custos de produção exige inovações reais no campo. A tecnologia embarcada nas máquinas agrícolas tem um papel fundamental nesse cenário, ajudando o produtor a fazer mais com menos combustível. É a combinação entre alta performance, eficiência operacional e a descarbonização do campo, entregando produtividade e lucratividade ao agricultor”, ressalta Fabio Dotto, diretor de marketing de produto da Valtra e Fendt.
No âmbito das energias alternativas, os motores AGCO Power movidos a biometano e etanol, desenvolvidos 100% pela engenharia brasileira, foram projetados para a faixa de potência de 200cv a 300cv, algo inédito neste segmento de combustíveis alternativos. Essas inovações transformam resíduos de cana-de-açúcar, milho e biomassa em potência pura para as máquinas, entregando uma performance equivalente a do diesel. O impacto ambiental é altamente significativo: a adoção dessa solução renovável e de economia circular pode reduzir as emissões de gases de efeito estufa em até 90% de CO₂ equivalente.
Para atestar a viabilidade e a durabilidade dos componentes, os novos motores já passaram por mais de 20.000 horas de testes rigorosos em operações de campo, principalmente nas culturas de cana-de-açúcar e grãos. Desenvolvida e testada na nova plataforma do recém-lançado trator M5 (evolução da consagrada linha BH), a solução a biometano tem expectativa de lançamento para 2027, enquanto o motor movido a etanol tem previsão de chegada em 2028.
Com essa inovação, a marca não apenas contribui para a sustentabilidade, mas oferece ao agricultor um novo patamar de independência em relação ao mercado internacional de combustíveis e à volatilidade dos preços. O produtor passa a gerar energia limpa “dentro da porteira” e ainda abre portas para novas oportunidades de receita direta, como a geração de créditos de carbono, consolidando um ciclo produtivo moderno e altamente rentável.
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