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Força-tarefa vistoria 522 imóveis após foco de greening no Rio Grande do Sul


A força-tarefa montada após a confirmação do primeiro foco de greening (HLB) no Rio Grande do Sul já vistoriou 522 imóveis e erradicou 201 plantas cítricas em Palmitinho, no Médio Alto Uruguai. Segundo informações apresentadas nesta quinta-feira (18/6), as ações são conduzidas pela Secretaria da Agricultura, Pecuária, Produção Sustentável e Irrigação (Seapi) e pelo Ministério da Agricultura e Pecuária (Mapa) desde a confirmação da doença, em 8 de junho.

De acordo com o diretor do Departamento de Defesa Vegetal da Seapi, Ricardo Felicetti, o protocolo de emergência foi adotado imediatamente após a confirmação do caso. Os trabalhos de fiscalização e erradicação no raio de 500 metros ao redor do foco já foram concluídos, enquanto o monitoramento na área ampliada de 2,4 quilômetros está em fase final.

Até esta quarta-feira (17/6), as equipes haviam vistoriado 42 imóveis no raio de 500 metros da propriedade onde a doença foi identificada. Nesse perímetro, foram erradicadas 178 plantas, realizadas 100 coletas de material para análise laboratorial e inspecionadas outras 217 plantas sem sintomas.

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Na área de monitoramento de 2,4 quilômetros, foram vistoriados 480 imóveis. As equipes coletaram 70 amostras para análise e identificaram 13 propriedades com necessidade de erradicação, totalizando a eliminação de 23 plantas.

Segundo Felicetti, a presença de grande quantidade de plantas cítricas em áreas urbanas levou à ampliação das ações de vigilância. Ele informou que, nas próximas semanas, serão feitas novas prospecções na área rural e que também poderá haver ampliação da vigilância para municípios vizinhos.

As ações seguem as diretrizes do Programa Nacional de Prevenção e Controle do Huanglongbing (PNCHLB). O principal alvo do controle é o psilídeo Diaphorina citri, inseto transmissor da bactéria associada ao greening.

O superintendente do Mapa no Rio Grande do Sul, José Cleber Dias de Souza, afirmou que as equipes estaduais e federais seguem mobilizadas de forma coordenada para conter o foco identificado em Palmitinho.

Segundo o material apresentado, o greening não tem cura, compromete a produtividade, reduz a qualidade dos frutos e pode levar à morte das plantas. Por isso, a estratégia adotada no foco identificado em Palmitinho concentra erradicação, controle do inseto transmissor e monitoramento das áreas vizinhas. O conteúdo divulgado não informa prazo para o encerramento das ações nem estimativa de impacto sobre a citricultura gaúcha.

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Fonte: agricultura.rs.gov.br

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agro.mt

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