O marqueteiro Marcello Lopes, conhecido carinhosamente no mundo político como “Marcellão”, resolveu deixar a comunicação da pré-campanha de Flávio Bolsonaro ao Planalto — justamente no momento em que a comunicação parecia… bom, precisando de mais comunicação.
Segundo ele, foi uma “decisão pessoal”, tomada após muitas reuniões, reflexões e, claro, aquele clássico desejo repentino de “focar em outros projetos” que costuma aparecer bem na hora das turbulências.
Nos bastidores, no entanto, a história ganha tempero extra: críticas internas, ruídos estratégicos e encontros recentes que teriam causado mais desconforto que briefing mal feito. Nada que o mundo da política já não conheça — só a rotina básica do “vamos reorganizar tudo de novo”.
Para substituir Marcellão, surge o nome de Eduardo Fischer, publicitário com longa carreira e passagens por campanhas memoráveis, como a famosa ação “número 1” da Brahma — o que, convenhamos, pelo menos promete mais espuma na comunicação da campanha.
No fim, a pré-campanha segue seu curso natural: troca de nomes, ajustes estratégicos e aquela sensação de que, no marketing político brasileiro, o único planejamento realmente fixo é a próxima mudança de planejamento.
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