Silval Barbosa voltou a negociar… com o próprio acordo. A defesa do ex-governador pediu ao STF para parcelar os cerca de R$ 23 milhões que ainda faltam da delação firmada lá em 2017.
O movimento veio depois que o ministro Dias Toffoli cortou caminho: nada de imóveis, nada de conversa longa — a ordem foi pagar tudo em até 30 dias. Aí o discurso mudou rápido para “falta de liquidez”.
A proposta agora é simples: dividir o valor em cinco parcelas anuais, retomando o formato original do acordo. Na prática, uma tentativa de trocar o prazo relâmpago por um calendário mais… realista.
Toffoli mandou ouvir a PGR antes de decidir. Enquanto isso, a dívida segue ali — reconhecida, calculada e, por ora, sem data exata pra sair do papel.
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