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Chuvas não dão trégua nos próximos 15 dias e acumulados podem superar 300 mm; saiba onde

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Foto: Freepik

A previsão do tempo mantém o alerta para as principais áreas produtoras de soja do país. Em Minas Gerais e Goiás, a chuva deve persistir pelos próximos 15 dias, prejudicando o avanço da colheita e o plantio do milho segunda safra.

Situação em Sorriso (MT)

Em Sorriso (MT), um dos maiores polos produtores do Brasil, a precipitação praticamente não dá trégua nos próximos 30 dias. A melhor janela de tempo mais firme está prevista entre os dias 24 e a virada do mês. Depois disso, os volumes voltam a ganhar força, e o acumulado pode superar 300 milímetros no período de 30 dias.

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Na próxima semana, a chuva se intensifica em boa parte do Matopiba, no norte de Minas e no norte de Goiás, com acumulados entre 100 e 150 milímetros em apenas cinco dias. O cenário deve atrasar ainda mais a colheita da soja e o plantio do milho safrinha.

Bahia

Em Barreiras (BA), a previsão indica uma breve janela de tempo firme entre os dias 22 e 25. Na sequência, os volumes podem ultrapassar 150 milímetros em cinco dias. Uma nova melhora mais consistente é esperada apenas a partir de 4 de março. Até lá, muita chuva.

Chuvas acima de 200 mm

No Centro-Sul, Rio Grande do Sul, Santa Catarina e Paraná, a tendência é de 10 a 15 dias de chuvas típicas de verão, com temporais isolados, mas sem acumulados excessivos. Já no Triângulo Mineiro, o tempo mais estável deve aparecer apenas no início de março, pois nos próximos 10 dias os volumes podem superar 200 milímetros.

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Mato Grosso tem a menor taxa de desemprego do país e rendimento acima da média

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Mato Grosso fechou o ano de 2025 com a menor taxa na desemprego na série histórica da Pesquisa Nacional por Amostra de Domicílios (Pnad) Contínua, iniciada em 2012. O estado atingiu 2,2% de desocupados, sendo a unidade da federação (UF) com a menor taxa no Brasil (veja abaixo o ranking completo).

Além de Mato Grosso, outros 18 estados e o Distrito Federal atingiram a taxa mínima recorde na série histórica.

Os cinco estados com menor taxa no último ano foram: Mato Grosso (2,2%), Santa Catarina (2,3%), Mato Grosso do Sul (3%), Espírito Santo (3,3%) e Rondônia (3,3%). A média nacional de desemprego foi de 5,6%.

A pesquisa apura o comportamento no mercado de trabalho para pessoas com 14 anos ou mais e leva em conta todas as formas de ocupação, seja com ou sem carteira assinada, temporário e por conta própria, por exemplo.

Pelos critérios do Instituto Brasileiro de Geografia e Estatística (IBGE), que conduz a pesquisa, só é considerada desocupada a pessoa que efetivamente procurou uma vaga 30 dias antes da pesquisa. São visitados 211 mil domicílios em todos os estados e no Distrito Federal.

Informalidade e rendimento mensal

A pesquisa do IBGE permite identificar desigualdades no nível de informalidade do mercado de trabalho ao longo do país. Enquanto o país terminou 2025 com informalidade de 38,1%, 18 estados ficaram acima dessa marca.

Na informalidade, trabalhadores não têm garantidos direitos como cobertura previdenciária, 13º salário, seguro-desemprego e férias, por exemplo.

Em Mato Grosso, o índice de informalidade ficou levemente abaixo da média nacional, com 36,3%.

Sobre o rendimento mensal, o IBGE aponta que a média do Brasil ficou em R$ 3.560. Mato Grosso, novamente, ficou um pouco acima da média, com rendimento mensal de R$ 3.688.

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Semana do Cavalo 2026: maior evento equestre do Centro Oeste ganha nova estrutura e shows imperdíveis

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A contagem regressiva de 12 dias para o início da Semana do Cavalo 2026 já começou. De 04 a 14 de março, Cuiabá se tornará o epicentro do universo equestre nacional, estreando em sua nova casa: o Parque Novo Mato Grosso.

Com uma área de 300 hectares e infraestrutura de qualidade internacional, o evento promete uma experiência inédita para criadores, competidores e famílias.

Pela primeira vez teremos uma pista de provas coberta. E o acesso ao evento para assistir provas, expositores e todos os atrativos é gratuito.

As novas pistas de provas foram projetadas para oferecer o máximo desempenho em modalidades como Ranch Sorting, Team Roping, Três Tambores e Hipismo.

Além da excelência técnica, o local oferece amplo estacionamento e áreas de lazer planejadas para suportar o fluxo recorde de público esperado para esta edição.

A programação musical de 2026 traz nomes de peso para o palco principal. O acesso ao setor Pista será gratuito em todos os dias de evento, reforçando o caráter democrático da celebração.

Para quem busca exclusividade, os setores de Camarotes e Bangalôs já estão com vendas aceleradas, oferecendo serviços premium, bares exclusivos e vista privilegiada para as apresentações:

06/03 (Sexta): Ícaro & Gilmar
07/03 (Sábado): Eduardo Costa e Felipe & Rodrigo
13/03 (Sexta): Zé Vaqueiro
14/03 (Sábado): Jads & Jadson

Os ingressos podem ser adquiridos online no site https://www.blackticket.com.br/Evento/SubEventos/semana-do-cavalo ou nos pontos físicos da Casa de Festas (Pantanal Shopping e Coxipó), Recanto Country e Haras Twin Brothers.

Programação e Negócios

Além dos shows, a Semana do Cavalo é uma vitrine estratégica para o agronegócio, com leilões de equinos, bovinos e muares, além do ciclo de palestras científicas “Conexão Ciência & Cavalo”. As crianças também têm lugar garantido com o Rodeio em Carneiros (de 06 a 08 de março), parque de diversões e exposições de mini animais. Necessário inscrição, vagas são limitadas!

*SERVIÇO*

Evento: 13ª Semana do Cavalo

Data: 04 a 14 de março de 2026

Local: Parque Novo Mato Grosso (MT-251, Cuiabá)

Acesso: Pista Gratuita | Camarotes e Bangalôs à venda.

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Ferrugem asiática na soja ultrapassa 300 casos no Brasil; saiba os números por estado

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Ilustração da ferrugem asiática da soja se propagando dentro dos tecidos das plantas e provocando a doença na soja.

A ferrugem asiática é uma das doenças mais severas da cultura da soja e pode provocar perdas de até 90% da produtividade. Atualmente, o Brasil registra 301 casos, conforme dados do Consórcio Antiferrugem, com o Paraná liderando o ranking, ao concentrar 136 ocorrências.

O estado de Mato Grosso do Sul registra 69 casos. Em seguida aparecem o Rio Grande do Sul, com 57, São Paulo, com 19, Goiás, com 6, Minas Gerais e Mato Grosso, com 5 casos cada. Santa Catarina soma 2 registros, enquanto Bahia e Rondônia têm 1 caso cada.

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Segundo a Embrapa, o avanço da doença exige atenção redobrada dos produtores, já que a ferrugem provoca desfolha precoce, compromete a formação completa dos grãos e reduz o potencial produtivo da soja.

Práticas recomendadas

Para minimizar prejuízos, pesquisadoras da empresa reforçam a importância do cumprimento rigoroso do vazio sanitário, da semeadura dentro do período recomendado e do uso de cultivares resistentes ou tolerantes. O manejo criterioso de fungicidas, com a combinação de produtos sítio-específicos e multissítios, é apontado como fundamental para reduzir riscos e evitar perdas maiores.

Entre as estratégias recomendadas também estão a eliminação de plantas voluntárias na entressafra, a adoção de cultivares de ciclo precoce, a semeadura no início da janela indicada como estratégia de escape da doença e a aplicação correta de fungicidas.

Diante desse cenário, a adoção dessas práticas deixa de ser apenas recomendação e passa a ser necessidade. Planejamento, informação e monitoramento constante da lavoura são decisivos para reduzir riscos, evitar perdas expressivas e assegurar a sustentabilidade da produção de soja no país.

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