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Nova pirâmide alimentar dos EUA prioriza proteínas e vegetais


Foto: Pixabay

Os Estados Unidos lançaram, no início deste ano, uma atualização oficial de suas diretrizes alimentares, com mudanças significativas na orientação sobre hábitos alimentares. O novo modelo reforça a importância do equilíbrio nutricional e coloca a qualidade da dieta no centro das políticas públicas de saúde.

Uma das principais alterações está na estrutura da pirâmide alimentar. Diferentemente do modelo anterior, que tinha os carboidratos como base, a nova diretriz prioriza proteínas e vegetais. No alto da pirâmide aparecem as proteínas de origem animal, os laticínios e as gorduras consideradas mais saudáveis, ao lado de frutas e vegetais. Os grãos integrais ocupam uma posição mais restrita, abaixo dos outros alimentos.

Alterações nas diretrizes

Segundo a nutricionista Fabiana Borrego, as proteínas de origem animal têm papel fundamental nesse novo cenário nutricional. “São proteínas de alto valor biológico, prontas para serem absorvidas pelo organismo”, afirma. Elas contêm os nove aminoácidos essenciais, o que elimina a necessidade de combinações com outros alimentos para suprir essas demandas.

Borrego informa que a mudança no protagonismo dos carboidratos está diretamente ligada à preocupação com o consumo excessivo de carboidratos ultraprocessados e refinados. Embora os carboidratos sejam importantes como fonte de energia, o foco da restrição está nos carboidratos simples, presentes em alimentos com baixo valor nutricional. Já os carboidratos integrais continuam recomendados, mas em menor proporção.

Escolhas alimentares conscientes

Outro ponto de destaque das novas diretrizes é o incentivo à escolha consciente dentro do grupo das proteínas animais. De acordo com Borrego, a recomendação é priorizar alimentos que, além do alto valor biológico, ofereçam gorduras benéficas à saúde, como salmão, ovos e aves. Essas opções são fontes de ômega-3, ômega-6 e gorduras mono e poli-insaturadas, associadas a melhores resultados metabólicos.

A nutricionista avalia que a nova pirâmide alimentar dos estados Unidos faz sentido e dialoga com diretrizes já adotadas no Brasil. O modelo se aproxima do Guia Alimentar para a População Brasileira ao priorizar alimentos in natura e reduzir o consumo de ultraprocessados, seguindo o princípio de “descascar mais e desembalar menos”.

Fabiana Borrego destaca que as recomendações nutricionais devem ser individualizadas, considerando idade, rotina, nível de atividade física e biotipo.

Com informações de: interligados.canalrural.com.br.

Publicado com auxílio de inteligência artificial e revisão da Redação Canal Rural.

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agro.mt

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