A menos de dois meses para a Abertura Nacional da Colheita da Soja 2025/26, evento que marca oficialmente o início simbólico da colheita da safra 2025, a Fazenda Alto da Serra, em Porto Nacional (TO), se prepara para sediar a cerimônia. O evento será realizado no dia 30 de janeiro de 2026, às 8h.
Segundo Renato Schneider, representante da Fazenda Alto da Serra, o grupo iniciou suas atividades no estado do Tocantins em 2012. “Desde então, estamos cultivando soja e milho. Temos também gado, transportes e armazenagem nas nossas unidades. A importância da Fazenda Alto da Serra para a região de Porto Nacional está relacionada à produção de alimentos e à geração de emprego”, destacou.
Ele explica que o grupo mantém projetos sociais nas proximidades da propriedade, como iniciativas com a escola rural e o projeto Se Liga na Fazenda. “Para nós, do Grupo Wink, é muito importante sediar a abertura nacional da colheita da soja. Estamos muito felizes como anfitriões deste evento e estamos nos preparando com uma boa condução da lavoura, com um plantio que proporcionará a possibilidade de realizar a colheita na data do evento.”
O Grupo Wink trabalha com monitoramento integrado de pragas e manejo integrado de doenças. Utiliza plantio direto a partir do segundo ano após a abertura das áreas, que em sua maioria eram pastagens degradadas convertidas em áreas produtivas de soja e milho.
“Nós seguimos todas as normas do Código Florestal vigente e buscamos, sempre, atualizações quanto às obrigações ambientais. O estado do Tocantins já enfrentou diversas dificuldades climáticas, com anos de muita chuva durante a colheita, que causaram perdas de qualidade, e também períodos de seca”, explica.
Segundo ele, o grupo busca mitigar o risco de seca por meio do consórcio de milho com braquiária e também com o uso de braquiárias solteiras para a formação de uma palhada de qualidade. A equipe trabalha com agricultura de precisão no manejo do perfil de solo. Para lidar com o excesso de chuva na colheita, a estratégia inclui o escalonamento das operações, o uso de variedades de soja com diferentes ciclos e o apoio de uma estrutura operacional eficiente, que envolve a unidade armazenadora responsável pelo recebimento e secagem dos grãos.
O nome Wink tem origem no sobrenome do avô materno de Schneider, que faleceu este ano. Sua história no agronegócio, iniciada em 1983 com a mudança do Rio Grande do Sul para Goiás, segue como referência e inspiração para a família. O legado deixado por ele continua sendo honrado pelas novas gerações, que expandiram as atividades para o Tocantins e hoje consolidam o Grupo Wink como uma presença importante na produção agrícola da região.
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