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Paraná e São Paulo registram primeiros focos de ferrugem da soja na safra 2025-26; especialistas indicam ações preventivas – MAIS SOJA


Os primeiros casos de ferrugem asiática da soja da safra 2025-26 foram identificados nas cidades paranaense e paulista de Corbélia e Itapetininga, respectivamente. A informação é do Consórcio Antiferrugem. Para o engenheiro agrônomo José de Freitas, da Sipcam Nichino Brasil, o registro acende o alerta para que produtores da oleaginosa dessas regiões intensifiquem o monitoramento de lavouras e realizem aplicações preventivas de fungicidas, “de acordo com a fenologia das plantas”, ele resume.

Conforme Freitas, condições climáticas atuais, com chuvas mais frequentes, favorecem o desenvolvimento do fungo Phakopsora pachyrhizi, causador da ferrugem, também em outras regiões, como o Sul do país. Previsões apontam ainda precipitações em volume para áreas do cerrado. “Isso ocorre no momento em que o mercado de agroquímicos atravessa um período marcado por alta demanda frente a escassez de fungicidas multissítios, ferramentas estratégicas ao controle eficaz da ferrugem”, acrescenta o agrônomo.

Freitas ressalta que a Sipcam Nichino mantém no portfólio de tecnologias o fungicida de marca Fezan® Gold, com propriedades sistêmica e protetora com multissítio, para controle efetivo da ferrugem e outros tratamentos de doenças da soja. “A companhia conta com plenas condições de atender à demanda por fungicidas que tenham multissítios, apesar do ciclo de escassez”, ele enfatiza.

De acordo com Freitas, o fungicida Fezan® Gold vem sendo avaliado há oito safras nos Ensaios Cooperativos de Rede do Consórcio Antiferrugem. Na temporada 2024-25, ele comenta, permaneceu entre os mais efetivos no controle da ferrugem da soja. “Transferiu eficácia média de 66% a 71% sobre a doença entre as safras 2022-23 e 2024-25”, continua Freitas.

Segundo ele, a tecnologia de base de Fezan® Gold foi a primeira do mercado a conter o ativo clorotalonil. “Também são diferenciais do fungicida a formulação líquida e ‘SC’ (suspensão concentrada) e a relação custo-benefício favorável. Tais características transferem praticidade ao produtor na aplicação e boa seletividade para a soja.”

Ainda conforme Freitas, uma vez não controlada a ferrugem da soja detém potencial para dizimar em torno de 90% de uma lavoura da oleaginosa.

Criada no Brasil em 1979, a Sipcam Nichino resulta da união entre a italiana Sipcam, fundada em 1946, especialista em agroquímicos pós-patentes e a japonesa Nihon Nohyaku (Nichino). A Nichino tornou-se a primeira companhia de agroquímicos do Japão, em 1928, e desde sua chegada ao mercado atua centrada na inovação e no desenvolvimento de novas moléculas para proteção de cultivos.

Mais informações: http://www.consorcioantiferrugem.net/#/main

Fonte: Assessoria de Imprensa Sipcam Nichino



 

agro.mt

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