Chicago: A cotação de dezembro, fechou em baixa de -2,82% ou $ -11,25 cents/bushel, a $430,25. A cotação para março fechou em baixa de -2,52% ou $ -11,50 cents/bushel, a $444,00.
O milho negociado em Chicago fecho o dia em baixa, mas com o acumulado semanal em alta. Liberado o relatório de oferta e demanda do USDA depois do hiato de outubro, o departamento apontou que tanto os novos números de produtividade quanto os de produção continuam sendo recordes. “O governo está dizendo que essa safra monstruosa existe”, disse Jim McCormick, da AgMarket.net. A demanda é a grande salvação para os preços nesta temporada, apesar dos estoques finais ligeiramente maiores, as vendas para exportação também serão recorde. O USDA prevê embarques de 78,11 milhões de toneladas. As vendas relâmpagos acumuladas do período de shutdown podemos corroborar para esse otimismo do departamento. Neste intervalo, o México fez uma das maiores compras diárias de milho já registradas com 1,5 milhão de tonelada negociadas. Mas a redução de demanda da União Europeia e China podem ser um sinal de alerta.
Com isso o milho em Chicago fechou o acumulado da semana em alta de 0,70%, com um avanço de $ 3,00 cents/bushel.
Os principais contratos de milho encerraram de forma mista nesta sexta-feira. As cotações da B3 ficaram pressionados entre a queda em Chicago e a estabilidade dos preços do mercado físico. Sem alterações significativas o Brasil no relatório de oferta e demanda do USDA as cotações mais curtas do cereal acompanharam a queda em Chicago e do dólar no dia.
A B3 caiu -0,23% no acumulado da semana para janeiro, primeiro contrato que pode ser negociado na B3. O contrato de novembro foi encerrado nesta sexta. O dólar caiu -0,74% no período e Chicago subiu 0,70% para dezembro e 0,45% para março. A Média Cepea, que aponta o comportamento do mercado físico subiu 0,66% na semana.
Diante deste quadro, as cotações futuras fecharam de forma mista no dia: o vencimento de novembro/25 foi de R$ 67,69, apresentando baixa de R$ -0,06 no dia e baixa de R$ -0,03 na semana; o vencimento de janeiro/26 foi de R$ 70,95, com baixa de R$ -0,02 no dia e baixa de R$ -0,16 na semana; o contrato de março/26 fechou a R$ 72,55, com baixa de R$ -0,04 no dia e baixa de R$ -0,15 na semana.
Fonte: T&F Agroeconômica
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