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Novo biofungicida alia controle biológico eficaz e regeneração da microbiota do solo – MAIS SOJA


O mercado de biofungicidas vive um momento de forte expansão no Brasil e no mundo, impulsionado pela demanda por sustentabilidade, pela regulação ambiental mais rigorosa e pelo avanço da biotecnologia aplicada à agricultura. De acordo com levantamento da Mordor Intelligence, empresa de pesquisa e consultoria, o mercado global de biofungicidas está estimado em US$ 3,18 bilhões em 2025 e deve atingir US$ 5,34 bilhões até 2030, com crescimento anual médio de 10,9%.

O Brasil desponta como um dos países com maior potencial de adoção de biodefensivos, especialmente para as lavouras de cana-de-açúcar, soja, milho e feijão. O relatório da IMARC Group aponta que mercado brasileiro foi avaliado em US$ 106 milhões em 2024 e deve dobrar até 2033, chegando a US$ 205 milhões, com taxa de crescimento anual de 7,6%.

Entre as empresas que apostam nessa transição está a Superbac, referência nacional em biotecnologia aplicada à agricultura. Com uma das biofábricas mais modernas da América Latina, a companhia tem investido em soluções microbianas para ajudar o produtor no controle de patógenos, como: nematoides, fungos, lagartas, entre outros.

A companhia acaba de apresentar ao mercado o Superguard Pro, um biofungicida desenvolvido para o controle de patógenos do tipo Rhizoctonia solani (Tombamento). O lançamento atua com cepas de Bacillus pumilus e Bacillus subtilis, bactérias que colonizam as raízes e formam um biofilme natural ao redor do sistema radicular. Esse biofilme cria uma barreira física e bioquímica contra fungos, além de liberar enzimas como quitinases e proteases, capazes de degradar as paredes celulares dos patógenos.

O mesmo mecanismo estimula o crescimento da planta, ao promover maior absorção de nutrientes e equilíbrio microbiológico no solo. “O uso de microrganismos do gênero Bacillus representa um avanço técnico importante, pois alia controle biológico eficaz e regeneração da microbiota do solo”, explica Fernando Ferraz Barros, engenheiro agrônomo e Superintendente de Novos Negócios, responsável pelo Brasil.

O novo biofungicida proporciona proteção específica contra o apodrecimento ou damping-off, garantindo emergência uniforme e estande mais seguro, associado ao manejo.

Biocontrole como solução

Para ajudar no controle da doença, o especialista da Superbac recomenda que o produtor monitore as lavouras com atenção, especialmente em regiões com histórico e em temporadas com condições climáticas propícias ao desenvolvimento da doença. O manejo integrado (combinando práticas culturais, químicas e biológicas como o Superguard) torna-se exigência, e não apenas opção, especialmente para reduzir riscos futuros e preservar o solo. “O uso de tecnologia e inovação, como o biocontrole, está ganhando espaço e pode transformar o manejo nos próximos anos”, destaca Barros.

Dados de experimentos realizados em diferentes regiões agrícolas do país indicam que o Superguard Pro proporcionou ganhos médios de 3 a 7 sacas por hectare em soja e milho. Tais resultados reforçam o potencial dos biofungicidas como ferramenta dentro do manejo integrado de doenças, estratégia que combina controle químico, biológico e boas práticas agronômicas. “A adoção de biodefensivos cresce de forma consistente entre produtores médios e grandes, sobretudo em regiões como o Centro-Oeste. Eles reduzem resíduos e ajudam a manter o equilíbrio ecológico do solo, além de ser uma ferramenta importantíssima do manejo integrado de doenças”, reforça o gerente de desenvolvimento de mercado.

Sobre a Superbac

Fundada em 1995, a Superbac é pioneira no mercado brasileiro de soluções em biotecnologia e detentora da mais moderna biofábrica da América Latina, onde atuam mais de 70 pesquisadores. Líder em bioinovação e referência na substituição de processos produtivos, ela é provedora de soluções sustentáveis e economicamente viáveis, formulando blends específicos de microrganismos e potencializando seus efeitos para solucionar demandas nos mais diferentes segmentos, como: agricultura, saneamento, óleo & gás, bens de consumo, farmacêutico, cosméticos e alimentação humana e animal.

Fonte: Assessoria de Imprensa Superbac



 

agro.mt

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