Governo asfalta rodovias e integra regiões de Mato Grosso

Investimentos permitiram que regiões separadas por falta de logísticas fossem conectadas por estradas

Até pouco tempo atrás, quem quisesse se deslocar entre Cáceres e Tangará da Serra tinha duas opções. A primeira, para passar apenas por rodovias asfaltadas, era percorrer toda a BR-070 até Cuiabá e depois seguir pelas MTs 246 e 343 até Tangará, totalizando 430 quilômetros. A outra alternativa era enfrentar quase 150 km de estrada de chão pela MT-343.

Essa realidade mudou com as obras realizadas pelo Governo de Mato Grosso. A atual gestão investiu mais de R$ 100 milhões para entregar 148 km da MT-343 entre Cáceres e Barra do Bugres integrando as regiões onde estão os 6º e 7º maiores municípios do Estado. A distância entre Cáceres e Tangará agora é de cerca de 230 km.

As obras ainda garantiram um acesso asfaltado para a cidade de Porto Estrela, mas o principal foi unir duas regiões que são próximas, mas não tinham ligações. Alguns municípios da região Oeste fazem divisa com Tangará e Barra do Bugres, mas a falta de logística não permitia o deslocamento entre elas.

A MT-343 foi a primeira, mas não é a única obra do Governo para interligar essas regiões. A Secretaria de Estado de Infraestrutura e Logística (Sinfra-MT) também está asfaltando 121 km da MT-339 entre Tangará da Serra e Rio Branco. A estrada ainda atende várias comunidades que serão beneficiadas com a integração regional.

Outra obra que está em andamento é o asfalto na MT-247, entre Barra do Bugres e Lambari D’Oeste. A estrada está recebendo um investimento de R$ 167 milhões para asfaltar 89,1 km.

Com isso, a distância por via asfaltada entre os dois municípios, que era de 450 km até 2019, caiu para 256 km com a inauguração da MT-343, agora passará a ser de menos de 90 km.

“O Governo de Mato Grosso e a Sinfra-MT trabalham com essa visão estratégica, de criar novos corredores e integrar as regiões mato-grossenses. Essas obras fazem com que diferentes regiões passem a ser unidas pelas rodovias, em vez de serem separadas pela falta de infraestrutura”, afirma o secretário de Infraestrutura, Marcelo de Oliveira.

agro.mt

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