Os estados que mais produzem trigo no Brasil, Rio Grande do Sul e Paraná, devem reduzir a área plantada nesta safra, de acordo com estimativa da Companhia Nacional de Abastecimento (Conab) publicada nesta quinta-feira (11).
Em território gaúcho, a diminuição é de 13,7%, indo de 1.339,0 hectares em 2024 para 1.155,6 hectares. Já nas lavouras paranaenses, o decréscimo é ainda mais acentuado, de 28,2% (de 1.147,1 para 823,6 hectares).
Em todo o Brasil, a redução do terreno destinado à semeadura do cereal é apontada em 19,9%, ocupando, neste ano, 2.449,0 hectares. A produção é estimada em 7.536,1 toneladas, 4,5% a menos que no ano passado.
Assim, a expectativa é que as importações do cereal pelo país aumentem, com projeção para 5,17 milhões de toneladas entre janeiro e setembro deste ano. A marca vai contra a menor dependência que se observava nos últimos anos.
Isso porque, conforme dados da Secretaria de Comércio Exterior (Secex), de janeiro a setembro de 2021, foram compradas 4,88 milhões de toneladas; em 2022 essa quantidade diminuiu para 4,60 milhões de toneladas no mesmo período e em 2023 alcançou a menor média da série histórica, com 3,18 milhões de toneladas de trigo adquiridas.
Em 2024, ao longo de todo o ano, o Brasil importou 6,6 milhões de toneladas do cereal. Com isso, se as aquisições seguirem o ritmo dos últimos oito meses e da projeção para setembro até dezembro, as importações devem se aproximar das 7 milhões de toneladas.
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