A Associação dos Produtores de Soja e Milho de Mato Grosso (Aprosoja-MT) respeita a decisão judicial e espera que o colegiado do Cade reitere as medidas preventivas da Superintendência-Geral que suspendeu os efeitos da Moratória da Soja.
Reafirmamos que, há anos, um acordo privado, sem respaldo legal, vem impondo barreiras comerciais injustas aos produtores, sobretudo os pequenos e médios, impedindo a comercialização de safras cultivadas em áreas regulares e licenciadas.
O fim da moratória da Soja é um passo essencial para o Brasil reafirmar que sustentabilidade e legalidade não se opõem — e reforça que não se pode simular políticas ambientais como pretexto para a exclusão econômica.
É também um passo necessário para restaurar a gestão democrática da terra, conforme destacou o ministro Dias Toffoli no Supremo Tribunal Federal: “A Moratória impactou negativamente o sustento de pequenos e médios produtores e excluiu legalmente quem respeita a lei brasileira”. As tradings, que controlam mais de 90% das exportações, “impõem unilateralmente condições que afastam do mercado produtores que operam dentro da legalidade”. Reiteramos: não se pode simular políticas ambientais como pretexto para exclusão econômica, muito menos impor, sem representação democrática, regras que ferem a soberania nacional e o princípio constitucional da livre iniciativa.
Representantes internacionais participaram de visita técnica a frigorífico da JBS, em Campo Grande. Foto: Fiap/divulgação…
Capital de Mato Grosso ficou atrás apenas de Brasília em estudo que avaliou qualidade de…
Foto: Divulgação | Pixabay O Brasil concluiu negociações sanitárias para exportar novos produtos para a…
Funcionários da empresa de energia registraram o momento em que os animais nadam de forma…
Principal circuito de skate do país reúne grandes nomes da modalidade entre 26 e 28…
Foto: Arquivo Canal Rural, aperfeiçoada por IA O estoque de Cédulas de Produto Rural (CPR)…