O mercado de soja teve sessão marcada por poucos reportes de negócios, avaliou Rafael Silveira, analista da consultoria Safras & Mercado. Apesar da sustentação das cotações, não houve grandes movimentações no dia. Nos portos, as indicações foram escassas, enquanto Chicago trabalhou de forma volátil, mas dentro de margens estreitas. O dólar apresentou firmeza, porém sem reflexos relevantes nas ofertas.
Segundo Silveira, depois do volume expressivo de negócios registrado na semana passada, os vendedores agora se mostram mais cautelosos, aguardando novas oportunidades em meio a possíveis volatilidades externas.
Os contratos futuros da soja negociados na Bolsa de Mercadorias de Chicago (CBOT) fecharam a segunda-feira com preços em baixa. O dia foi de muita volatilidade, com os preços oscilando em uma estreita margem. De um lado, sinais de melhora na demanda limitaram as perdas. Mas o clima favorável segue sendo fator de pressão e os agentes acompanham as informações vindas da crop tour iniciada nesta segunda nos principais estados produtores americanos.
As inspeções de exportação norte-americana de soja chegaram a 473.605 toneladas na semana encerrada no dia 14 de agosto, conforme relatório semanal divulgado pelo Departamento de Agricultura dos Estados Unidos (USDA). Na semana anterior, as inspeções de exportação de soja haviam atingido 544.246 toneladas.
Trabalhos de pesquisa de lavouras de soja e milho dos Estados Unidos devem ter seus primeiros resultados divulgados a partir de amanhã (19), com a perspectiva de bons números para a Dakota do Sul.
Para a soja, a contagem de vagens nas amostras também é muito boa. Apesar das chuvas recentes na região, inspetores de safra identificaram áreas com solo ressecado e rachado em condados como Jay, em Indiana.
Os contratos da soja em grão com entrega em setembro fecharam com baixa de 1,50 centavos de dólar, ou 0,14%, a US$ 10,20 3/4 por bushel. A posição novembro teve cotação de US$ 10,41 1/4 por bushel, com baixa de 1,25 centavo ou 0,11%.
Nos subprodutos, a posição setembro do farelo fechou com baixa de US$ 3,00, ou 1,05%, a US$ 280,40 por tonelada. No óleo, os contratos com vencimento em setembro fecharam a 53,27 centavos de dólar, com ganho de 0,09 centavo ou 0,16%.
O dólar comercial encerrou a sessão com alta de 0,63%, sendo negociado a R$ 5,4330 para venda e a R$ 5,4310 para compra. Durante o dia, a moeda norte-americana oscilou entre a mínima de R$ 5,4035 e a máxima de R$ 5,4400
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