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Brasil deve terminar semana com cotações de milho inalteradas – MAIS SOJA


O mercado brasileiro de milho deve encerrar a semana com preços inalterados. A evolução da colheita e a logística seguem sendo os principais pontos de atenção por parte dos produtores, impedindo um avanço contundente na comercialização do cereal. No cenário internacional, a Bolsa de Chicago volta a subir após registrar perdas na semana e o dólar cai frente ao real.

O mercado brasileiro de milho teve preços pouco alterados nesta quinta-feira. O mercado esteve sem grandes novidades no decorrer do dia. Tanto consumidores como produtores atuam de maneira comedida nas negociações. Foco dos agentes no mercado estão na evolução da colheita da safrinha e questões relacionadas a espaço em armazéns, no câmbio, nos futuros do milho e na paridade de exportação. Atenção também nos fretes, que seguem com preços firme em grande parte do país.

Em algumas localidades do país há a sinalização de avanço de oferta, como ocorre em São Paulo, mas com produtores pedindo preços semelhantes ao registrado nos últimos dias. No Paraná, os produtores estão reticentes na fixação de volumes.

No Porto de Santos, o preço ficou entre R$ 65,00/68,00 a saca (CIF). Já no Porto de Paranaguá, cotação entre R$ 64,50/68,00 a saca.

No Paraná, a cotação ficou em R$ 58,00/60,00 a saca em Cascavel. Em São Paulo, preço de R$ 56,00/58,00 na Mogiana. Em Campinas CIF, preço de R$ 64,00/65,00 a saca.

No Rio Grande do Sul, preço ficou em R$ 68,00/70,00 a saca em Erechim. Em Minas Gerais, preço em R$ 58,00/60,00 a saca em Uberlândia. Em Goiás, preço esteve em R$ 51,00/53,00 a saca em Rio Verde – CIF. No Mato Grosso, preço ficou a R$ 52,00/55,00 a saca em Rondonópolis.

CHICAGO

* Os contratos com entrega em dezembro de 2025 operaram com avanço de 3,75 centavos, ou 0,94% em relação ao fechamento do último pregão, cotados a US$ 4,01 por bushel.

* O mercado foi sustentado pela fraqueza do dólar frente a outras moedas correntes e pelos sinais de uma demanda aquecida pelo produto dos Estados Unidos, seguindo também um movimento de recuperação técnica após as perdas registradas ao longo da semana.

* Ontem (14), a posição setembro de 2025 fechou com alta de 1,00 centavo de dólar por bushel ou 0,26% em relação ao fechamento anterior, cotada a US$ 3,75 por bushel. A posição dezembro de 2025 encerrou cotada a US$ 3,97 1/4 por bushel, estável em relação ao fechamento anterior. Demais contratos fecharam em queda.

CÂMBIO

5,3869 -0,55

* O dólar comercial opera em baixa de 0,55%, cotado a R$ 5,3869. O Dollar Index registra desvalorização de 0,37% a 97,88 pontos.

INDICADORES FINANCEIROS

* As principais bolsas da Ásia fecharam com preços mistos. Xangai, + 0,83%. Japão, + 1,71%.

* As principais bolsas na Europa operam com índices mistos. Paris, + 0,53%. Frankfurt, + 0,09%. Londres, -0,15%.

* O petróleo opera em alta. Setembro do WTI em NY: US$ 63,11 o barril (+1,32%).

AGENDA

– Esmagamento de soja dos EUA em julho – NOPA, 13h.

– Dados de evolução das lavouras do Mato Grosso – IMEA, 16h.

– Custos de produção de milho, soja e algodão no MT – Imea, 16h.

Fonte: Pedro Carneiro / Safras News



 

agro.mt

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