A doença, causada por Sclerotinia sclerotiorum, reduz a produtividade em até 17,2 kg/ha por ponto percentual de aumento na incidência. Nas áreas com mofo-branco sem controle, a perda média de produtividade chegou a 24,4%.
Cinco locais apresentaram níveis adequados da doença para análise conjunta: Mauá da Serra, Ponta Grossa, Passo Fundo, Montividiu e Formosa. A média de incidência nas áreas sem fungicida foi de 47,7%.
Além do fluopiram, outros ingredientes ativos como procimidona, fluazinam e picoxistrobina mostraram eficiência, com controle entre 47% e 54%. A maior produtividade foi registrada com fluopiram: 4.435 kg/ha. A testemunha (sem controle) produziu 3.353 kg/ha.
Na produção de escleródios, estruturas reprodutivas do fungo, o destaque foi para a picoxistrobina, com 84% de redução. Fluopiram, fluazinam e procimidona também tiveram desempenho relevante, com reduções entre 71% e 77%.
Os autores do estudo destacam a importância da rotação de fungicidas com diferentes modos de ação para evitar resistência. O controle químico deve ser integrado a práticas culturais e biológicas, com foco no período crítico da soja: do florescimento à formação das vagens.
A pesquisa envolveu instituições públicas e privadas e adotou rigor estatístico com modelos lineares mistos e análise de variância. A metodologia incluiu pulverizações sequenciais e avaliação de incidência, produtividade e massa de escleródios.
Foto: Freepik O início de 2026 tem sido marcado por um cenário pouco animador para…
Foto: Pixabay O crédito rural com potencial de promover a sustentabilidade na agropecuária fechou o…
Foto: Pixabay. O café em pó e em grãos ficou 40,7% mais caro no Brasil…
Estado se consolida como um dos principais destinos do país, amplia promoção em feiras nacionais…
Foto: Israel Baumann/Canal Rural Mato Grosso Na Fazenda Irmãos Cadelca, em Uberlândia (MG), o milho…
A colheita da cebola no Rio Grande do Sul foi concluída com bons níveis de…