O mercado físico de soja teve um dia de negociações pontuais nesta terça-feira (22), com maior movimentação concentrada nos portos. De acordo com o analista Rafael Silveira, da consultoria Safras & Mercado, houve relatos de negócios em Rio Grande, além de ofertas pontuais em Santos e Paranaguá, mas os volumes fechados foram limitados.
No interior do país, as negociações também ocorreram, impulsionadas pelo basis ainda elevado em diversas regiões. A indústria manteve o interesse em adquirir soja e chegou a elevar os bids em algumas localidades, como na região de Uberlândia, segundo Silveira. Apesar das margens industriais pressionadas pelas indicações acima das paridades, a demanda se manteve presente.
A atuação dos vendedores segue contida, com oferta dos produtores ocorrendo de forma cadenciada. Do lado da indústria, também não houve interesse em grandes lotes. O dia foi de ritmo moderado, sem influência relevante do câmbio ou da Bolsa de Chicago. A Bolsa de Chicago voltou a recuar, enquanto o dólar, apesar de volátil, oscilou dentro de uma faixa estreita, sem impacto direto sobre a formação dos preços internos.
Os contratos futuros da soja negociados na Bolsa de Mercadorias de Chicago (CBOT) fecharam a terça-feira com leve baixa, em dia de volatilidade. O bom andamento das lavouras nos Estados Unidos pressionou os preços durante boa parte da sessão. No entanto, sinais técnicos e especulações sobre possível avanço nas negociações comerciais entre Estados Unidos e China ajudaram a reduzir as perdas.
O mercado ainda digere o relatório do USDA que mostrou queda na qualidade das lavouras de soja, com a classificação entre bom e excelente recuando de 70% para 68%. Mesmo assim, o desenvolvimento das plantações é considerado normal para o período.
O contrato da soja em grão com entrega em agosto recuou 4,75 centavos de dólar, ou 0,46%, para US$ 10,10 1/4 por bushel. A posição novembro fechou a US$ 10,25 1/2 por bushel, com perda de 0,50 centavo ou 0,04%.
Entre os subprodutos, o farelo para setembro subiu US$ 3,10, ou 1,12%, a US$ 277,90 por tonelada. Já o óleo com vencimento em agosto caiu 0,43 centavo, ou 0,76%, para 55,63 centavos de dólar por libra-peso.
O dólar comercial terminou o dia em leve alta de 0,04%, cotado a R$ 5,5669 para venda e R$ 5,5649 para compra. A moeda norte-americana variou entre R$ 5,5513 na mínima e R$ 5,5903 na máxima durante o pregão.
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