O contrato do milho para julho de 2025 na Bolsa de Chicago encerrou a semana passada a US$ 4,03 por bushel, queda expressiva de 6,50% em cinco dias.
Já na B3, o sentido foi inverso: o mesmo vencimento teve alta de 1,73%, fechando a R$ 63 por saca. Contudo, no mercado físico brasileiro, as baixas foram generalizadas.
Análise da plataforma Grão Direto mostra o que pode mexer com o mercado do cereal nesta semana e que a tendência é que os preços parem de cair, estabilizando. Acompanhe:
Segundo a Grão Direto, com o avanço da colheita da safrinha e o consequente aumento dos custos logísticos, aliado a uma perspectiva bastante favorável para a produção de milho nos Estados Unidos, o mercado apresenta poucos elementos que sustentem uma reversão consistente na tendência das cotações.
“No entanto, considerando o movimento de queda registrado nas últimas semanas, também não se desenha um cenário claro para a continuidade desse recuo”, diz a empresa.
Assim, o ambiente atual sugere estabilidade, com o mercado atento a novos fatores que possam alterar o equilíbrio entre oferta e demanda nos próximos meses.
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