Chicago: A cotação de setembro, referência para a nossa safrinha, fechou em baixa de -0,81% ou $ -3,50 cents/bushel a $ 396,00. A cotação para dezembro, referência alternativa, fechou em baixa de -1,02% ou $ -4,50 cents/bushel a $ 412,25.
O milho negociado em Chicago fechou o dia e a semana em baixa. As cotações do encerraram em baixa apesar de um relatório de oferta e demanda visto como positivo. A cotação de setembro fechou pelo quarto dia abaixo de US$ 4 bushel. Apesar da forte demanda pelo milho americano, a grande safra americana e a, agora revisada para cima, safra brasileira tendem deixar os compradores com mais tempo, buscando melhores oportunidades.
O USDA elevou o volume estimado da exportação americana de 67,31 para 69,85 milhões de toneladas e manteve a brasileira 43 milhões de toneladas, número superior aos 36 MMT estimados pela Conab Para o milho americano a grande questão é a ameaça tarifária do governo Trump, onde foram impostos 35% para o Canadá, grande comprador de etanol americano e no final de semana elevou para 30% as tarifas em relação ao México e Europa. Japão e Coreia de Sul já haviam sido notificados ao longo da semana. Todos são grandes consumidores do milho americano. Com isso o milho fechou o acumulado da semana em baixa de -5,77% ou $ -24,25 cents/bushel.
Conab e USDA estimam uma safra parecida para 2025, de 131,97 e 132 milhões de tonadas respectivamente, para a exportação os dados divergem muito. O USDA estima 43 milhões de toneladas, número superior aos 36 MMT apontado pela Conab.
Diante deste quadro, as cotações futuras fecharam em alta no dia: o vencimento de julho/25 foi de R$ 62,99, apresentando alta de R$ 0,53 no dia e alta de R$ 1,05 na semana; setembro/25 fechou a R$ 63,98, alta de R$ 1,03 no dia e alta de R$ 1,76 na semana; o vencimento novembro/25 fechou a R$ 67,23, alta de R$ 0,62 no dia e alta de R$ 0,71 na semana.
Fonte: T&F Agroeconômica
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