Geadas registradas na semana passada queimaram lavouras de milho, sorgo, cana-de-açúcar e outras em algumas áreas entre o norte e o noroeste do Paraná e o sul de São Paulo, segundo o alerta agroclimático da Rural Clima.
O agrometeorologista Marco Antonio dos Santos ressalta que houve registro de quebras nas lavouras entre Maringá, Campo Mourão e Londrina, embora localizadas, segundo relatos de fontes locais. As geadas atingiram também algumas áreas de trigo. No caso do milho, por estarem mais avançadas, é possível que ainda seja possível colher algumas áreas atingidas pelas geadas. Levantamentos indicam que as perdas em áreas de milho podem ter chegado a 15% nessas regiões. Santos comenta que, por conta da atuação de uma massa de ar polar, o tempo aberto deve
predominar no Brasil até o dia 17, quando há algum risco de precipitações. Mas será apenas no dia 20 que uma frente fria deve entrar no sul do Brasil, interrompendo a continuidade do tempo seco, disse. Veja em primeira mão tudo sobre agricultura, pecuária, economia e previsão do tempo: siga o Canal Rural no Google News!
No Nordeste, as baixas temperaturas, com mínimas em torno de 15 graus, deverão seguir nos
próximos dias, com uma grande amplitude térmica. O frio será menos intenso nas próximas semanas, com o risco de geadas ficando restritas ao sul do Rio Grande do Sul, Argentina e Uruguai. O agrometeorologista informa que nos dias 22 a 23 as chuvas devem retornar com mais ênfase ao Rio Grande do Sul e Santa Catarina, embora no Paraná deva haver poucas chuvas. Somente na primeira semana de agosto é que as chuvas devem voltar a ocorrer no Paraná, pontua. Na segunda semana de agosto em diante, bons volumes de chuvas estão previstos nas regiões Sul e Sudeste e em parte do Centro-Oeste, até mesmo em Brasília. De modo geral, o mês de agosto será mais úmido e em setembro deve chover melhor também, comenta. Santos disse que após as enchentes, muitas chuvas ainda estão previstas para o Sul dos Estados Unidos nos próximas dias. No Meio-Oeste dos Estados Unidos, as chuvas deverão seguir favorecendo as lavouras. De modo geral, o clima seguirá favorável no país ao longo dos próximos 45 dias. Pode haver um tempo um pouco mais seco entre o final de julho e o começo de agosto, o que pode trazer alguma volatilidade aos mercados, mas sem riscos para as lavouras, finaliza. Em janeiro, os preços do trigo apresentaram movimentos distintos dentre os estados acompanhados pelo Cepea. Segundo…
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