O mercado físico do boi gordo segue com preços predominantemente estáveis. Conforme registrado nesta quinta-feira (3), a oferta de animais terminados em confinamento deve seguir firme ao longo de julho, o que colabora para que as escalas de abate sigam confortáveis nas principais praças de comercialização. A presença de animais provenientes de parcerias e confinamentos próprios reforça esse cenário de abastecimento controlado.
A demanda, por outro lado, ainda encontra nas exportações sua principal variável. Segundo o analista da consultoria Safras & Mercado, Fernando Henrique Iglesias, o desempenho das vendas externas será determinante para definir o rumo do mercado no curto prazo.
No mercado atacadista, os preços da carne bovina registraram queda em alguns cortes. A entrada da primeira quinzena do mês, com o pagamento dos salários, pode favorecer alguma recuperação no curto prazo, estimulando a reposição entre atacado e varejo. Apesar disso, a carne de frango segue ganhando espaço no consumo das famílias brasileiras, impulsionada pela sua maior competitividade frente às demais proteínas.
O dólar comercial fechou em leve baixa de 0,26%, cotado a R$ 5,4040 para venda e R$ 5,4020 para compra. A moeda norte-americana oscilou entre R$ 5,4035 (mínima) e R$ 5,4473 (máxima) ao longo do dia.
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