Foz do Iguaçu, PR – Reconhecida globalmente por sua produção de energia limpa, a Itaipu Binacional se prepara para apresentar sua vasta experiência em preservação ambiental e uso responsável dos recursos hídricos na COP 30. O evento, que busca fortalecer o papel do Brasil no combate às mudanças climáticas, será palco para a usina detalhar projetos estratégicos voltados à transição energética.
O Brasil se destaca no cenário energético mundial com uma das maiores matrizes elétricas, onde cerca de 85% da geração provém de fontes renováveis, como hidrelétrica, solar, eólica e bioenergia. O diretor-geral brasileiro da Itaipu Binacional, Enio Verri, ressalta a importância desse protagonismo: “O Brasil tem muito a mostrar dentro da crise climática o que ele pode oferecer na transição energética, afinal de contas nós somos os maiores produtores do mundo em energia limpa e barata.”
Desde sua fundação, a Itaipu gera mais de 3 bilhões de megawatts por hora de energia limpa. Na COP 30, o objetivo principal da usina é impulsionar uma transição energética justa, que respeite as diversidades regionais, amplie o acesso à energia e reforce o papel das fontes renováveis na redução das emissões de gases de efeito estufa. Esses fatores não só preservam o meio ambiente, mas também potencializam a competitividade do agronegócio brasileiro.
Além da pauta energética, a Itaipu Binacional também está investindo em iniciativas que impactam diretamente a economia local e o setor agrícola. Enio Verri destaca a organização de cooperativas de recicladores: “Nós estamos organizando cooperativas de recicladores e recicladoras, aliás, são pelo menos três grandes cooperativas que já estão organizadas e vão trabalhar durante a COP com todo o processo de reciclável e após a COP essas cooperativas irão continuar. “Esses investimentos em gestão, equipamentos e veículos visam proporcionar mais qualidade no trabalho e maior rendimento para os cooperados.”
Outra importante iniciativa da Itaipu é o investimento de R$ 55 milhões na reforma e modernização de quatro armazéns da Conab nos estados do Paraná e Mato Grosso do Sul. Essa medida, que atende indiretamente 434 municípios dos dois estados, busca ampliar a capacidade de estocagem e melhorar a eficiência operacional.
Verri enfatiza o impacto positivo no setor: “Nós entendemos que esses valores ali aplicados irão reverter naturalmente em uma melhor competitividade do nosso agro, em mais investimentos no agro e gerar, com isso, mais recursos para o nosso estado, para o nosso país.” Ele acrescenta que, com esses armazéns modernizados, a região terá um papel de destaque, “dando um salto muito grande de armazenamento, não só na capacidade, mas também na agilidade de chegar ao porto e contribuir para a exportação desses produtos”.
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